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Geraldo Azevedo em SOLO CONTIGO

Geraldo Azevedo em SOLO CONTIGO

Informações


Data:
31 de maio de 2019 (Sexta-Feira)
Horário:
20:30H

Local:
Teatro Arthur Azevedo
Endereço:
Rua do Sol, s/n, Centro
São Luís - MA
Gênero:
Show
Classificação:
12 ANOS

Informações Gerais

REGRAS PARA MEIA ENTRADA
Estudantes (Com Cartão da Instituição Educacional com data de validade)
Idosos e Terceira Idade (Cartão de Aposentado ou RG para maiores de 60 anos)
Professores Rede Pública (Holerite ou Documento que comprove)

Descrição

Avisos:
PLATEIA: Cadeiras Numeradas.
Frisa, Camarote, Balcão e Galeria possuem 06 cadeiras em cada cabine e serão preenchidos por ordem de chegada na cabine.
  Meia entrada para estudantes com carteirinha ou declaração escolar, idosos, professores da rede pública e particular, doadores de sangue e PNE.

Geraldo Azevedo lança seu quarto DVD, o terceiro ao vivo, em parceria com o Canal Brasil e a Deck. O trabalho é o primeiro registro do show solo de voz & violão do cantor e compositor pernambucano, com o qual já excursionou por todo o país, sendo este o formato mais recorrente em toda a sua carreira. Intimista e delicada, a apresentação tem um clima aconchegante, envolvendo e emocionando a plateia com seu repertório variado, onde não falta espaço para os grandes sucessos e músicas inéditas.

Acompanhado de seu virtuoso violão, Geraldo Azevedo passeia por mais de cinco décadas de composições, apresentando desde sucessos do início de sua carreira até canções do seu último álbum, Salve São Francisco, incluindo também algumas músicas inéditas, como Amor Antigramático (composta por Geraldo a partir de poema de Mário Lago), e uma homenagem a Luiz Melodia, com Estácio, Eu e Você. Entre os sucessos, Bicho de Sete Cabeças (Geraldo Azevedo, Zé Ramalho e Renato Rocha), Dia Branco (Geraldo Azevedo e Renato Rocha) e Táxi Lunar (Geraldo Azevedo, Zé Ramalho e Alceu Valença) estão no repertório.

O cenário, elaborado pelo artista Fabio de Souza, é formado por 400 baixelas simulando prata, que refletem e emolduram as cenas dos mais de 50 anos de carreira de Geraldo Azevedo. O figurino, de Gustavo de Carvalho, e a luz, pilotada por Valmyr Ferreira, dialogam com o grande painel, batizado de O tempo e sua própria natureza.

Release

As muitas músicas de Geraldo Azevedo
Por Braulio Tavares

A música popular brasileira tem muitas linhas evolutivas, que correm paralelas. Cada linha de uma cor, tecendo a si própria. E cabe aos compositores, cantores, maestros e músicos em geral misturar essas linhas, envolver umas nas outras, e produzir uma espécie de tecido musical.

Geraldo Azevedo faz isso há mais de quarenta anos, numa carreira de incontáveis discos e incontáveis shows. E poucos da sua geração tiveram essa musicalidade exuberante capaz de arrebatar, com apenas duas mãos e o instrumento do mundo, essas linhas que às vezes nem tocam umas nas outras.

Quem vê Bossa Nova nas harmonias sofisticadas de Geraldo se detém antes de chamá-lo Bossa Nova, porque ao seu lado já outra pessoa aponta os traços tropicalistas: o namoro com a batida pop, a celebração simultânea da natureza e do trabalho, a latinidade alegremente assumida.

Mas quem pensa em colocá-lo na prateleira tropicalista vê-se hesitante pela veia nordestina de sertanejo ou de barqueiro beira-rio, uma nordestinidade que é menos proclamada do que percebida ao longo do tempo e da voz.

Nordestino? Sim, mas como ignorar a presença de uma mãe África tão poderosa e inspiradora, geradora de ritmos e contratempos, de batuque percutindo no bordão? Uma África de cantos e memórias, linha negra reluzente que prende e segura as demais, deixando tudo justinho para balançar sem perder a forma.

E assim essa partitura de fios vai se tecendo, conduzida sempre pelo violão de Geraldo, ao qual bolero, o jazz e o rock também não são estranhos nem estrangeiros. Ele é o tecedor paciente de uma das grandes sínteses musicais da Música Popular Brasileira, na geração de muitas músicas capazes de soarem juntas sem tropeção no ritmo nem desafinada no tom.

Com um violão aberto a todas as audições e influências, Geraldo Azevedo ouve, recolhe, domestica, recria, recompõe, dá cara nova e devolve ao mundo tudo que faz parte do oceano de sons em que o brasileiro da rua vive mergulhado.
Nome Lote Valor
Galeria - Meia Entrada - Meia R$ 30,00
Balcão - Meia Entrada - Meia R$ 40,00
Galeria - Inteira - Inteira R$ 60,00
Balcão - Inteira - Inteira R$ 80,00
Camarote - Inteira - Inteira R$ 100,00
Frisa - Inteira - Inteira R$ 100,00
Plateia - Inteira - Inteira R$ 120,00

Formas de Pagamento

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